Cada setor da engenharia elétrica carrega seus próprios padrões técnicos de desenho e nomenclatura. Naval, defesa, energia, automotivo: cada um desenvolveu, ao longo de décadas, convenções específicas para representar esquemas, nomear componentes e organizar folhas de projeto. Essas convenções não são só preferência regional. Elas garantem que qualquer engenheiro, em qualquer lugar do mundo, consiga interpretar um projeto sem depender de quem o desenhou.
Cada país, cada cliente, seu próprio padrão
Um contrato internacional pode exigir simbologia IEC. Outro, ANSI. Um terceiro, JIC. O equipamento projetado pode ser tecnicamente o mesmo, mas a forma de representá-lo muda de acordo com quem vai receber e aprovar aquele projeto. Para uma empresa que atende clientes em mercados diferentes, isso não é exceção, é rotina.
O que acontece quando a ferramenta só entende um formato
Quando o software de projeto trabalha nativamente só com um padrão, cada mudança de norma vira um processo manual: o engenheiro eletricista precisa adaptar manualmente o projeto já pronto pra atender uma exigência diferente. Isso vai além de um ajuste pontual, é retrabalho estrutural, que se repete a cada novo contrato que exige um padrão diferente do habitual da equipe.
Múltiplos padrões dentro do mesmo projeto
O E3.series suporta nativamente múltiplos tipos de símbolos de esquemático, incluindo IEC, ANSI e JIC, todos dentro do mesmo ambiente de projeto. A base de dados por trás do desenho continua sendo a mesma independente do padrão escolhido, o que significa que mudar a representação não exige recriar os dados do projeto, só ajustar a representação final.
Atender clientes em mercados diferentes não devia depender de ter, na equipe, alguém que só sabe desenhar num padrão específico.
Fale com a CIM-TEAM e veja como o E3.series se adapta ao padrão que o seu próximo contrato exigir.